quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Tudo pronto!

Estação dos livros

Nem precisava ter pensado muito ou feito contas para deduzir que esta foi a estação dos livros. Pelo menos para mim. Nunca em um intervalo tão curto adquiri tantos exemplares.

Seja comprando ou ganhando, novos ou usados, de sebos ou livrarias, pela internet ou em lojas no shooping...

O Vendedor de Histórias eu havia comprado no começo de dezembro. Já até terminei de lê-lo. Dizer que é mais um ótimo livro do Jostein Gaarder é chover no molhado. Estou terminando de ler Princípios do Conhecimento Humano, de Berkeley. Um filósofo que queria provar que nada existe fora da mente, seja a nossa ou a de Deus. Achei bem interessante o modo como ele apresenta suas idéias.

Não resisti e comprei no Submarino as edições ilustradas de O Código da Vinci e Anjos e Demônios. Espero começar a lê-los quando voltar de viagem (o que, se o tempo permitir, ainda será assunto para um próximo post).

Discurso do Método e As Paixões da Alma, de René Descartes, eu ganhei da Ruth junto com o famosíssimo kit viagem. Famoso pelo menos na LG; para quem ficou curioso, ele é composto ainda por uma esteira de palha e uma mochila. Hoje ela me deu também Príncipios da Filosofia, deste filósofo que é mais conhecido pela sua frase cogito, ergo sum. Ou seja: penso, logo existo.

E para aumentar ainda mais o nível cultural da minha mini-biblioteca: Crítica da Razão Prática, de Kant, e Do Espírito Geométrico, de Pascal. Ambos eu comprei numa banca de revistas, pela bagatela de R$5,90 e R$4,90, respectivamente.

E se não fosse uma voz me impedindo, ainda teria comprado mais dois do Peter Pan. Herói que sempre me chamou à atenção, mas que ainda só conheço pela TV.

PS.: Faltou comentar sobre Razão e Sensibilidade, de Jane Austen. Livro este que troquei com o vale presente que ganhei no amigo secreto da empresa.

domingo, 7 de janeiro de 2007

Férias, enfim!

Merecidas férias.

Aliás... já estava merecendo-as há bastante tempo.

Sei que vai ser bom me afastar um pouco do trabalho, descansar e pensar melhor no hobby que quero tornar hábito. Idéias fervilham na minha cabeça e tenho medo de perdê-las se não colocá-las logo num papel ou num arquivo de computador.

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Sereia / De Repente Califórnia / Como uma onda no mar
Lulu Santos

domingo, 31 de dezembro de 2006

Que seja feliz o "Feliz 2007"!


Mais um ano que termina.

Hora de fazer planos e desejar que o próximo seja melhor. É sempre assim. Por mais que estejamos fechando um ano bom, esperamos que o próximo seja sempre melhor.

Eu sei que o primeiro de janeiro não costuma ser muito diferente do 31 de dezembro. Mas desta vez tenho motivos para acreditar que 2007 será mesmo melhor. Talvez o melhor ano até hoje. São as tais expectativas. E tudo por causa dos tais planos. Sem falar que vou conseguir tirar minhas tão sonhadas férias em janeiro.

2007 realmente promete!

Mais um ano que começa.

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98-99
Engenheiros do Hawaii

quarta-feira, 20 de dezembro de 2006

Minhas mais novas aquisições

Pilhas novas para as fotos de festas de final de ano.

Uma boa história que contém várias histórias e sonhos dentro dela.

E um pouco de filosofia para entender melhor o mundo.

As duas caixas verdes são presentes que vou me dar. Um de Natal e outro de Aniversário. Eu seria mentiroso se dissesse que estou ansioso para abri-las e descobrir o que há dentro. Afinal, fui eu quem comprei e escolhi. Ainda assim, pretendo me reservar ao direito de me dar os presentes apenas nas datas corretas.

O Vendedor de Histórias, Jostein Gaarder
"Eu achava fácil produzir novas idéias e associações. [...] Mas não era assim para as pessoas que queriam 'escrever'. Muitas delas podiam ficar meses ou anos sem encontrar uma só idéia original. [...] Eu vislumbrava um mercado quase ilimitado para os meus serviços. [...] Tanto em termos de categorias de gêneros quanto de preços, eu tinha muito a oferecer. Um simples toque de inspiração ou uma conversa estimualmente estavam claramente em uma faixa de preço muito diferente, digamos, de um plano completo para um romance mais ou menos longo ou uma sinopse detalhada para um filme. [...] Se eu achasse que um escritor tinha tenacidade para sentar-se e trabalhar por anos em um romance monumental, digamos, setecentas a oitocentas páginas, podia fornecer-lhe uma sinopse detalhada, abordando até trinta lados diferentes da história."

Princípios do Conhecimento Humano, Berkely
Berkeley nega que reste algo se extrairmos todas as qualidades de um objeto, tanto as primárias (extensão, consistência) como as secundárias (cores, sons, etc), considerando-as produto de nossos sentidos. E como as qualidades dos corpos dependem da nossa mente, não podemos atribuir aos corpos mesmos a atividade de causar sensações em nós. Então, para Berkeley, é Deus que causa em nós as impressões. O que pensamos serem corpos não têm existência real, existem apenas como impressões em nossa mente.

domingo, 12 de novembro de 2006

Reticências...

vulgo, três pontinhos.
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Oswaldo Montenegro
Sempre não é todo dia