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sexta-feira, 23 de novembro de 2012

O Prisioneiro do Céu, de Carlos Ruiz Zafón

O Prisioneiro do Céu deixa ainda mais amarrado o universo que Zafón já havia apresentado junto com O Jogo do Anjo e A Sombra do Vendo. O autor amarra algumas pontas que ficaram soltas nos outros dois romances e, claro, deixa outros ganchos para novos enredos. Suspense e ação nas medidas certas.
Edição : 1 / 2012
Idioma : Português
Número de Paginas : 248
Tradutor : ELIANA AGUIAR
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quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012

O Livro e o e-Book


A vantagem de ir até a livraria é você poder folhear o livro em qualquer página antes de comprá-lo.
A Amazon até me deixa ter uma prévia do e-Book me mostrando o primeiro capítulo. Mas ela só mostra o primeiro capítulo. Para livro literário ainda vai... mas para livro técnico, é muito pouco!
Estou com as prévias de 10 livros de T.I. e nem sei por onde começar. Preciso escolher um ou dois deles para comprar e estudar.

domingo, 29 de janeiro de 2012

Paulo Coelho e o Pirate Bay

Paulo Coelho apoia o Pirate Bay
ou o Pirate Bay apoia o Paulo Coelho?

Hoje me assustei quando vi a cara do Paulo Coelho na página principal do Pirate Bay. O próprio escritor explica o motivo no seu blog.



Paulo Coelho se diz contra o SOPA e argumenta que após os leitores colocarem os seus livros pra download pela internet, a venda dos seus livros "físicos" aumentaram ainda mais. Já ouvi de músicos afirmações semelhantes.

Eu acredito que a Internet hoje tem o papel do rádio. Se antes as pessoas ouviam uma música pelo rádio e tinham vontade de comprar a fita cassete ou o CD, hoje quando elas assistem a um clipe legal pelo Youtube ou leem um capítulo de um livro pela internet, têm vontade de comprar pelo iTunes ou pelo site da Saraiva.

quarta-feira, 8 de dezembro de 2010

e-Reader versus Livros Impressos

Tenho muitos livros de papel que ainda nem tirei do plástico: vários livros "vampíricos" do André Vianco, três edições das Crônicas de Narnia, A Montanha e o Rio, Memórias do Livro, Segredos de Shakespeare, Grandes Esperanças, um livro da Agatha Christie outro de Paul Auster, algumas outras obras clássicas... a lista é mesmo enorme. E, por enquanto, estão só ocupando espaço na minha estante.

Mas estou tão viciado em ler no e-Reader que nem sei quando abrirei estes livros de papel. Semana passada comecei a ler mais um e-book pelo Positivo Alfa. Trata-se de Os Espiões, do Luis Fernando Veríssimo. Há tempos eu não lia LFV! Havia me esquecido de como ele era bom em apresentar cenas de humor em tom sério. Pensava que esse tipo de coisa não se esquecia. Mas se eu não tivesse esquecido, certamente não teria ficado tanto tempo sem ler outros livros dele.

E enquanto termino de ler Os Espiões, já fico pensando em qual será o próximo livro digital que vou ler.

E viva o e-Reader! Minha biblioteca ao alcance da mão que posso carregar para onde eu for.

quinta-feira, 2 de dezembro de 2010

Dom Casmurro e o e-Reader

Sou capaz de apostar que Machado de Assis jamais imaginou que poderia existir um aparelho que mostrasse todas as páginas de seus livros em uma tela de vidro que muda as letras a um simples toque de dedo. Sem precisar molhar, sem precisar muito esforço. Basta deslizar o dedo na tela ou apertar um botão e a página muda.

Tenho certeza que ele não imaginou que um livro poderia caber dentro de um aparelho eletrônico, transformando as letras impressas em zeros e uns, e que em um aparelho menor que um livro comum poderiam caber 1500 livros digitais, sem precisar espremer, com a mesma quantidade de letras. Letras estas que poderiam ser aumentadas ou diminuídas, também com um simples toque no aparato.

O que mais me dá certeza que o grande autor de língua portuguesa jamais pensou vir a existir tal equipamento foi a forma com que ele tratou o leitor ao supor que ele já teria jogado a sua obra ao canto uma ou duas vezes, lá pela metade da leitura de Dom Casmurro.

Ora! Se eu jogar o e-Reader no canto da sala, certamente seria a única vez e não mais poderia pegá-lo para ler novamente. Estaria todo destruído no canto da sala, com a tela quebra e teclas espalhadas pelo chão.

Ó, mestre Machado! O senhor acaba de mostrar uma grande vantagem do livro impresso. Posso jogá-lo quantas vezes quiser no canto da sala e buscá-lo novamente. As páginas podem amassar, orelhas aparecem nos cantos, a capa rasga, a brochura desmonta, mas posso continuar o lendo os frangalhos. Se jogar o meu novo brinquedo no chão, não leio mais nada.

Mas tudo bem! Fora a desvantagem de não poder deixar meu e-Reader cair no chão, estou muito satisfeito com meu Positivo Alfa. Terminei de ler Dom Casmurro, do começa ao fim. Pasmem! Eu jamais havia lido esta importante obra da literatura brasileira. E já estou pronto para começar a ler Os Espiões, do Luiz Fernando Veríssimo (também na versão e-book).

quinta-feira, 11 de novembro de 2010

Positivo Alfa: Tirando da caixa

Ontem chegou o Positivo Alfa que encomendei da Saraiva. Filmei o ritual de "tirar da caixa" e postei no Youtube.

Para quem ainda não conhece, o Positivo Alfa é um e-Reader (leitor de livro digital) projetado e comercializado pela Positivo. Ele é equipado com a tecnologia e-Ink, que permite ao aparelho mostrar imagens com o aspecto de papel e tinta de verdade, sem aquele brilho que incomoda os olhos e deixa vista cansada.

Em breve posto minhas primeiras impressões sobre o produto. Por enquanto, fiquem com o vídeo:

quarta-feira, 28 de outubro de 2009

Atualizando...

Há alguns dias terminei de ler Fortaleza Digital. Logo que voltei a ler A Cabana, chegou The Lost Symbol pela Amazon. Resolvi que vou terminar de ler o do William Young antes. Até para não ter uma overdose de Dan Brown.

terça-feira, 6 de outubro de 2009

Leitura diária

Há duas semanas terminei de ler O Inocente, de John Grisham, que havia pego emprestado com um casal de amigos. Ótimo livro. Uma história surpreendente. Mais ainda por se tratar de fatos reais.

Mas logo parti pra outro. Enquanto não chega The Lost Symbol, que pedi junto com um amigo da Amazon, estou lendo outro do Dan Brown: Fortaleza Digital. Um livro que me prendeu logo nos primeiros capítulos. Talvez por causa do assunto: intrigas de agências americanas, envolvendo criptografia, supercomputadores e toda aquela parafernália tecnológica.

Ainda tenho aquele "pacotão de livros" pra ler, mas Fortaleza Digital acabou furando a fila. The Lost Symbol também deve furar, assim que chegar. =)

Esse ano eu li pouco. Mas não vai dar pra tirar o tempo perdido. Ainda mais agora que o trabalho começa a me exigir cada vez mais... Fazer o quê? Ler o que puder.

terça-feira, 3 de fevereiro de 2009

O Jogo do Anjo, de Carlos Ruiz Zafón

Zafón conseguiu novamente elaborar uma trama envolvente. Em O Jogo do Anjo ele nos leva novamente a Barcelona. A viagem é para um tempo que precede os acontecimentos narrados em A Sombra do Vento, mas podemos visitar novamente a livraria Sempere e Filho e o Cemitério dos Livros Esquecidos.

Desta vez o protagonista é um escritor. Seu nome: David Martin. Um garoto que cresceu lendo escondido do pai e que sonhava em ter um dia seu nome impresso na capa de um livro. A duras penas ele começa a ver a possibilidade de realizar seu sonho. Mas acaba se envolvendo com as pessoas erradas, e vê sua vida em risco.

terça-feira, 2 de setembro de 2008

O ócio e o consumismo

De repente me dei conta que ficaria uma semana e meia sem trabalho. Foi quando me assolou uma onda consumista com a qual não estou muito acostumado. Por sorte, ao invés de ir ao shopping comprar roupas ou artigos esportivos que eu acabarei não utilizando, preferi comprar livros.

Acessei o Submarino, meu site preferido de compras online, e comecei a pesquisar por livros interessantes. Quando me dei conta, meu carrinho já estava com quase quinze livros. Tentei remover alguns e acabei deixando dez: A Montanha e o Rio, As Memórias do Livro, A Cabana, Os segredos de Shakespeare, Crepúsculo, Papéis Avulsos, Um Corpo Na Biblioteca, Nêmesis, O Retrato de Dorian Gray e Homem no Escuro.

Acrescidos de Um ano com CS Lewis, que comprei na livraria da Igreja, Humano, Desmasiado Humano, Shopenhauer Educador e Dos Três Elementos, que adquiri em um desses pacotes de banca de revista, tenho um total de 14 livros para ler.

Acho que o restante dessa semana vai ser pouco pra tanto livro! Acho bom já começar a programar a leitura para o restante do ano.


quinta-feira, 2 de agosto de 2007

By the way...

Contusão
Há cerca de dez dias tive a comprovação de que jogar futebol, mesmo amador, pode ser perigoso. Na verdade, eu já sabia. E era um risco que sempre estive disposto a correr. Pois é... o risco virou acidente e gerou um problema. Futebol na hora do almoço, uma pancada forte, uma mancada no começo da tarde e uma dor insuportável à noite...

Três dias com tala de gesso e mais sete dias com uma bota imobilizando o pé. Ainda sito uma pequena dor quando piso com o pé descalço. Mas acho que vai ficar tudo bem.

De volta à vida real
Hoje comecei na especialização: Desenvolvimento de Aplicações Web com Interfaces Ricas. Uma boa aula introdutória e a constatação de que vou precisar me dedicar bastante.

Amanhã volto a trabalhar. A volta à rotina. Já estava com saudades. Vai ser bom voltar ao batente e rever os colegas.

Relíquias da Morte
Aproveitei esse tempo para estudar um pouco e, claro, ler Harry Potter and the Deathly Hallows.

[Se não quiser ler spoillers, não leia os próximos paragrafos.]

É estranho chegar ao fim de uma série. Quando eu comecei a ler HP, tinha os três primeiros livros. Devo ter lido eles em menos de um mês, apesar das aulas da faculdade e outros compromissos. Terminei "A Pedra Filosofal" e já sabia que tinha "A Câmara Secreta". Depois , já emendei "O Prisioneiro de Azkaban".

Foi quando comecei a experimentar aquela estranha sensação de ansiedade por esperar pelo próximo. Esperei até que "O Cálice de Fogo" fosse traduzido, assim como também aguardei pela tradução de "A Ordem da Fênix".

Já com o "O Enigma do Príncipe" diferente. Eu precisava ler logo. O quinto livro tinha sido empolgante e queria continuar o mais rápido possível. Então, no primeiro dia de vendas, comprei logo "The Half-Blood Prince".

Ao final, de novo sentimento de "quero mais". Novamente outra trama empolgante. Eu precisava saber se o Snape realmente havia traído Dumbledore! Não era possível! Por que eu teria que esperar mais de um ano para saber? Eu precisava ler logo o próximo.

A fazer o pedido do Deathly Hallows, ainda na pré-venda, eu sabia o que iria acontecer. Eu teria que esperar a data do lançamento mundial para receber o livro. E esta seria a última espera. Não teria mais pelo que esperar.

A cada capítulo, eu percebia que estava chegando mais próximo do final. As revelações dadas pela memória do Snape traziam, ao mesmo tempo, um alívio (por que demorou tanto!?) e uma preocupação: vai acabar! Ele precisa mesmo morrer?, eu me perguntava. Não é possível! Deve haver outra alternativa. E houve! Achei o final sensacional.

E, com ele, a certeza: não tem mais Harry Potter!

Foi diferente de quando terminei de ler "O Senhor dos Anéis". Eu ainda nao tinha lido "O Hobbit" e ainda tinha tantos outros livros do Tolkien para ler. Fora o material inacabado...

Mas como HP, a coisa deve ser diferente. A autora já disse que não tem continuação. Acabou.

quinta-feira, 11 de janeiro de 2007

Estação dos livros

Nem precisava ter pensado muito ou feito contas para deduzir que esta foi a estação dos livros. Pelo menos para mim. Nunca em um intervalo tão curto adquiri tantos exemplares.

Seja comprando ou ganhando, novos ou usados, de sebos ou livrarias, pela internet ou em lojas no shooping...

O Vendedor de Histórias eu havia comprado no começo de dezembro. Já até terminei de lê-lo. Dizer que é mais um ótimo livro do Jostein Gaarder é chover no molhado. Estou terminando de ler Princípios do Conhecimento Humano, de Berkeley. Um filósofo que queria provar que nada existe fora da mente, seja a nossa ou a de Deus. Achei bem interessante o modo como ele apresenta suas idéias.

Não resisti e comprei no Submarino as edições ilustradas de O Código da Vinci e Anjos e Demônios. Espero começar a lê-los quando voltar de viagem (o que, se o tempo permitir, ainda será assunto para um próximo post).

Discurso do Método e As Paixões da Alma, de René Descartes, eu ganhei da Ruth junto com o famosíssimo kit viagem. Famoso pelo menos na LG; para quem ficou curioso, ele é composto ainda por uma esteira de palha e uma mochila. Hoje ela me deu também Príncipios da Filosofia, deste filósofo que é mais conhecido pela sua frase cogito, ergo sum. Ou seja: penso, logo existo.

E para aumentar ainda mais o nível cultural da minha mini-biblioteca: Crítica da Razão Prática, de Kant, e Do Espírito Geométrico, de Pascal. Ambos eu comprei numa banca de revistas, pela bagatela de R$5,90 e R$4,90, respectivamente.

E se não fosse uma voz me impedindo, ainda teria comprado mais dois do Peter Pan. Herói que sempre me chamou à atenção, mas que ainda só conheço pela TV.

PS.: Faltou comentar sobre Razão e Sensibilidade, de Jane Austen. Livro este que troquei com o vale presente que ganhei no amigo secreto da empresa.

terça-feira, 31 de outubro de 2006

O que vem por aí...

Semana que vem começa mais uma turma do programa LG Formando Talentos. Fui escalado novamente para assumir um dos módulos. E será logo o primeiro. O curso foi remodelado. Ou seja, vou ter que me reunir com o instrutor da outra turma e refazer o programa de aulas.

Sempre gostei de dar aulas. Acho interessante a idéia de colocar à prova toda a timidez que tenho de frente para várias pessoas e falar sobre algo que, teoricamente, eu devo conhecer bastante!

Vou gostar de conhecer uma nova turma. Vai ser bom descobrir as dificuldades deles e as minhs também.

.:: no meu player ::.
Drops de Hortelã
Oswaldo Montenegro


.:: na estante ::.
O Mundo de Sofia
de Jostein Gaarder

quinta-feira, 24 de agosto de 2006

Duas coisas

Acabei de assistir a dois vídeos interessantes. E que fizeram ter vontade de me dedicar mais a duas coisas de que gosto: Escotismo e Leitura.

O Escotismo moldou muito do que sou hoje. E gosto muito de lembrar os bons tempos em que eu arrumava a mochila, enchia o cantil de água, colocava um lenço no pescoço e saía caminhando por aí. Não esotu querendo parafrasear Fernando Sabino. Ele foi quem parafraseou o Escotismo.

E ler é algo de que gosto muito. Adoro acompanhar uma boa história, principalmente quando é muito bem contada. Aprendi a gostar na minha adolescência. Foi quando também comecei a gostar de escrever. Mas isto já é outro assunto.

A quem se interessar pelos vídeos, seguem os links (YouTube):