quarta-feira, 7 de janeiro de 2009

Experimentando novos ângulos...




... e no fim das contas acabei ganhando alguns novos wallpapers!

segunda-feira, 5 de janeiro de 2009

O Sonho é Popular [ou quase]

Pra não dizer que não fiz nada ontem, e também pra provar que estava à toa, aqui está um clipe que tentei fazer na tarde de 4 de janeiro.


Sim! Faltou microfone, faltou acertar alguns detalhes na união dos vídeos e, principalmente, faltou mais gente. Descobri que eu não consigo fazer todos os papéis sozinho. Preciso mesmo de mais pessoas. Vamos montar uma banda? Proposição para 2009? Vamos lá!

domingo, 4 de janeiro de 2009

Dois records quebrados!

Ainda criança eu já havia percebido o quanto pode ser ruim fazer aniversário num mês de férias. Mas de lá pra cá, jamais poderia imaginar que chegaria aos 27 assim, desse jeito...

Claro que nem tudo é tão mal. Existe uma marca boa. Este foi o ano em que eu recebi mais felicitações. Não me lembro de ter recebido tantos desejos de "feliz aniversário", "felicidades", "tudo de bom" e "parabéns" num só dia. É o mundo virtual. A página de recados do Orkut está bombando.

Em compensação, no mundo real é só solidão. Resolvi não comemorar para não sentir ainda mais a falta de quem está viajando. E, coincidentemente, este ano são muitos! Não sei se foi melhor ou pior. Só sei que foi ruim! 

E esta é a outra marca alcançada: desde que me entendo por gente, este é o dia do meu aniversário em que eu encontro com menos pessoas pessoalmente. Faltaram os abraços apertados, o calor humano, a alegria que a data costuma trazer. Arrisco dizer que sinto falta até daqueles apertos na bochecha de vinte anos atrás.

O que há de se fazer? Sentar à beira do caminho? É! Pode ser. Triste eu fui. Sozinho estou.

sexta-feira, 2 de janeiro de 2009

Feliz Ano Novo! [enquanto o ano é novo]

Há quem diga que o último dia dezembro é sempre igual ao primeiro de janeiro. E que, apesar do calendário se repetir, a História é linear. Que esta idéia de ciclo ou espiral não existe.

Há também quem diga que a cada novo ano temos a chance de recomeçar tudo outra vez. Entra ano, sai ano, e você decide se vai fazer novos planos ou seguir o que foi traçado nos anteriores.

Não vou discordar de ninguém hoje. Hoje, e só hoje, começo a perceber que talvez comece um ano sem planos. Nem velhos. Nem novos. Mas se a lenda de que no Brasil o ano só começa depois do carnaval, tenho até fevereiro para traçar meus Planos de Projetos.

É hora de levantar, sacudir a poeira e seguir em frente.

Feliz Ano Novo! Enquanto o ano ainda é novo.

.:: no meu player ::.
Leve
Nô Stopa
(Camomila e Distorção)

terça-feira, 16 de dezembro de 2008

Nossa Língua Portuguesa

Deixando de lado as motivações políticas que estão por trás desse novo acordo entre os ditos países lusófonos ainda há tempo para apreciar a beleza de nossa língua em um poema escrito por um grande patriota que aprendeu a admirar a língua que herdamos dos patrícios.

Língua Portuguesa
Olavo Bilac

Última flor do Lácio, inculta e bela, 
És, a um tempo, esplendor e sepultura: 
Ouro nativo, que na ganga impura 
A bruta mina entre os cascalhos vela...

Amote assim, desconhecida e obscura, 
Tuba de alto clangor, lira singela, 
Que tens o trom e o silvo da procela 
E o arrolo da saudade e da ternura!

Amo o teu viço agreste e o teu aroma 
De virgens selvas e de oceano largo! 
Amo-te, ó rude e doloroso idioma,

Em que da voz materna ouvi: "meu filho!" 
E em que Camões chorou, no exílio amargo, 
O gênio sem ventura e o amor sem brilho!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

Capitu

A nova minissérie da Globo me fez ter vontade de voltar a ler clássicos da Literatura Brasileira. Infelizmente fiquei só na vontade e li apenas o primeiro capítulo de Dom Casmurro. Suficiente para perceber que todo esse capítulo estava nas falas que foram ao ar ontem. 

"Os amigos que me restam são de data recente; todos os antigos foram estudar a geologia dos campos-santos." Um pequeno exemplo de como as frases de Machado de Assis são muito bem elaboradas.



A moça dos olhos de cigana oblíqua e dissimulada ainda deve conquistar muita gente através TV. E ainda vou ter tempo de retomar minha leitura para poder me decidir se a adaptação foi boa ou não. A televisão é mesmo mágica. Em breve devemos começar a ouvir na rua a pergunta que costumávamos ouvir nas escolas: traiu ou não traiu?