quinta-feira, 6 de agosto de 2009

Mais verde ainda!

Ontem eu evitei de falar do Goiás. Mas hoje não tem jeito. Tenho que falar. Começa a amadurecer o primeiro título brasileiro do Gigante Esmeraldino.

Mesmo jogando desfalcado há algumas rodadas o Goiás conquistou nesta noite sua sexta vitória consecutiva! A chegada do Fernandão só aumentou ainda mais a euforia. É difícil conquistar um campeonato Brasileiro. Mas não é difícil só pro Goiás. É difícil para todos os times. Dá pra acreditar. Por que não?

E pra não dizerem que estou falando muito, deixo algumas imagens falarem por mim.








terça-feira, 4 de agosto de 2009

O Verde

Tem muita coisa boa que é verde. Errou! Não vou falar do Goiás. Tem outras "coisas boas" em tons esmeralda. Maçã, por exemplo. A verde é bem mais gostosa que a vermelha. Tem a pêra, antes de ficar muito amarelada e sem graça, ela é verde.

E o abacate? Verde por fora e por dentro. Melancia, grande e verde. Mas só por fora. Por dentro é vermelho e preto. Com pedaços brancos sem graça. Kiwi... mas é verde só por dentro. Por fora é marrom e peludo. Tem também limão! Ah! Mas limão nem é tão bom. Tem que misturar na salada ou mexer com açúcar pra descer bem.

Mas o angá é verde e branco. E é doce, muito doce. Docinho! Ah! Tem goiaba. De um verde muito forte por fora. Por dentro pode ser branca ou... humpf... vermelha.

Ah, vermelho intrometido! Cor de terra, de sangue e de olhos chorosos...

terça-feira, 14 de julho de 2009

Contrabaixo com palheta

Já tinha tentado tocar com palheta antes, mas desistia nas primeiras batidas. Hoje resolvi levar um pouco mais a sério a tentativa. Sério, mas nem tanto! Caramba! Como é difícil!

Alguns dizem que é questão de treino... Espero que seja mesmo, pois agora estou disposto a aprender. =)

domingo, 5 de julho de 2009

Wimbledon, há 50 anos

Ontem o primeiro título de Maria Esther Bueno completou 50 anos.



Podemos dizer que Maria Esther Bueno está para o Wimbledon como Guga está para Roland Garros. Quando meus pais queriam me incentivar a jogar tênis, era ela que eles citavam. A histórica tenista brasileira que se tornou popular no mundo inteiro. Pena que demorou tanto tempo para um tenista brasileiro voltar ao topo. E parece que durou tão pouco!

Será que ainda vamos ter outra Esther Bueno ou mais um Gustavo Kuerten?

segunda-feira, 22 de junho de 2009

Acoustic guitar

Na última semana deixei o contrabaixo um pouco de lado e resolvi arriscar uns arranhões no violão. Relembrei o quanto é difícil ficar mudando de acordes rapidamente. Saber qual corda apertar com qual dedo não é o mais difícil. Além de poder pesquisar pelas notas de cada acorde em sites de cifras, começo a ver algum sentido na "montagem" dos acordes.

O complicado mesmo é ter agilidade nos dedos. Trocar de um formato pra outro, deixando as voicings é outro desafio. O qual não pretendo tentar vencer agora. Ainda tenho muito (mas muito, mesmo) o que aprender no baixo para tentar me aventurar em outro instrumento por enquanto. Deixa o violão pegar mais um pouco de poeira!

quinta-feira, 18 de junho de 2009

Skank - Sutilmente


Uau!

Eu preciso de um capotraste!

Hummmm...

Também preciso de um violão!

Ahhhhh...

Já ia me esquecendo do mais importante: preciso aprender a tocar.

Eu preciso!

sábado, 6 de junho de 2009

Cem horas


O relógio
por Maxmiliano Franco Braga 


    Tic. Tac. Tic. Tac. No meio da noite, quando não havia mais o barulho de carros passando na rua, a TV estava desligada e a chuva havia parado, tudo o que eu ele podia ouvir era o som do relógio. O tempo se arrastava pesadamente. Tic. Cada segundo passava lentamente. Tac. Com a mente ainda um pouco dormente, perdido em um sonho esquecido, ausente, tentava pensar com clareza. Era madrugada. Tinha muita noite ainda pela frente. Ele, entretanto, sabia que o barulho do caminhar das engrenagens não o deixaria dormir tão facilmente.

    Tic. Tac. Ecoava em sua cabeça a força do tempo passando. O relógio estava ali há quase um ano. Presente de aniversário. Esteve sempre tiquetaqueando por todo esse tempo. Seus movimentos, porém, sempre abafados pela agitação das manhãs ou a correria dos finais de tarde, não era notado. Tic. Algo o perturbava naquela noite. Por que foi acordado no meio da madrugada por um barulho que sempre existiu? Tac. Pensou em jogar o relógio pela janela. Tic. Não o fez. Covardia ou preguiça? Tac. Talvez os dois. Pensou em tirar a pilha. Tic. Sabia que não iria adiantar. O tempo continuaria ecoando em sua cabeça. Tac.

    Fechou os olhos. O barulho continuou. Por fim, ele dormiu. Mas não mais sonhou.