quarta-feira, 1 de abril de 2009

Ao léu

Mais um poema feito ao acaso, para quem acredita em acaso... Para quem não acredita, foi ao léu do destino.

Ao léu
por Max Braga

Um verso discreto,
Ao avesso, ao acaso.
Um corte incisivo
Não muito fundo, não muito raso

Uma frase,
A letra a sem crase.
Uma canção,
A melodia sem refrão.

A poesia sem magia,
Estrofes sem métrica,
Linhas sem rimas,
Palavras repetidas.

Poesia é um porre.

3 comentários:

  1. é, Max... cheguei a esse ponto.
    as pessoas não sabem quando parar, ai eu tento ter o controle da situação.

    amei a poesia! foi vc que escreveu?

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  2. Muito bonitos seus poemas, parecem com coisas que penso as vezes ,mas acho que não fariam sentido aos outros.Sempre passo por aqui e fico ouvindo suas músicas, muito boas mesmo, você está a cada dia melhor com o baixo, parabéns!!!

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  3. Obrigado! =)

    Muito obrigado! =D

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